terça-feira, 30 de agosto de 2011

Diário extraviado


Ainda te tenho na memória da pele. E eu esqueço-te todos os dias, mas o corpo nunca esquece as carícias que deseja multiplicar.
E mesmo o teu mau trato é o melhor que já sentiu, pois antes isso que a ausência que deixas quando vais embora dessa forma que os homens vão embora quando já não voltam.

5 comentários:

J disse...

Tomas cápsulas de inspiração ao acordar?

T disse...

Era bom.

J disse...

Não tirava nem uma vírgula a este texto. Estas palavras podiam ser proferidas pela minha boca e pela minha alma, porque carrego em mim tudo isto, e nada mais. Gostei ;)

Rita Carvalho disse...

Concordo com o J: "Não tirava nem uma vírgula a este texto."
Gostei mesmo muito.

Pedro Simão disse...

Muito bom, como de costume. (:

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