quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pensamentos Divergentes (nº185)


É este peso que me vem do peito e se lança de mim como braços para agarrarem os meus braços e me puxarem as mãos contra o peito.
Para não tocar
para não escrever
para não imaginar.
Para não chegar a uma verdade que não possa chegar ou para não sofrer a humilhação de sofrer.

De forma íntima, apenas conheço os meu cotovelos. Vão-me trair até à dobra cruzada do meu caixão.

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