terça-feira, 31 de agosto de 2010

6 coisas que quase ninguém sabe sobre mim

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A Luz desafiou-me para isto. Acabei por demorar bastante tempo a fazer a lista porque me acobardei de dizer aquilo que praticamente ninguém sabe sobre mim e tive de pensar noutras coisas um pouco mais seguras.

1 - Durante a minha adolescência receitaram-me anti-depressivos. Que eu rapidamente deixei de tomar.

2 - Desde os 13/14 anos que corto os pelos do nariz porque durante a puberdade o meu código genético decidiu que era evolutivamente urgente ter mais pêlo dentro do nariz que barba e se eu não os desbastar chegam-me quase até à boca.

3 - Toda a auto-confiança que eu faço por transparecer é treta. Sou na verdade muito frágil, emocional e inseguro e odeio isso em mim.

4 - Tenho guardadas todas as minhas relíquias dos amores de adolescência numa caixa que faço questão de nunca abrir.

5 - Escrevo poesia desde muito novo. Quando era puto recitaram uns 7 poemas meus num evento literário na minha cidade. Não gostei e até abrir este blog quase ninguém alguma vez leu algo que eu escrevesse.

6 - É muito raro eu chorar, em parte por dificuldades físicas em fazê-lo. Parece que as minhas glândulas lacrimares não são grande coisa. Mas depois também parece que em bebé e criança era muito pouco frequente eu fazê-lo.

5 comentários:

wapy disse...

Este tipo de informação aparentemente irrelevante tem a sua piada.

Se calhar, um dia, faço um post assim também. Há de ser um bom exercício, senhor Poeta.

Mafalda Santos disse...

"Tenho guardadas todas as minhas relíquias dos amores de adolescência numa caixa que faço questão de nunca abrir."- Eu também xD
um dia alguém ha-de ler e ver aquilo

marta filipa disse...

O que vou dizer a seguir é estranho/estúpido, até eu consigo ver isso. Mas tive um sonho com este post, era exactamente a mesma coisa, mas tinhas feito um desenho para todos os itens. Lembro-me especialmente daquele sobre os pêlos do nariz.

T disse...

Até que era uma ideia fixe.

Anónimo disse...

Porque será que guardamos o (des) amor em caixas!?
Eu já pensei em cremar a minha.
Sou tão sentimentalista!

I

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