sábado, 20 de março de 2010

Na mouche, pelos vistos

O D "simpatiza" com a empregada de um bar onde costumamos ir. Ontem fomos sair e estava a gozar com ele por ter partido um copo de forma estúpida e eu ter feito pouco dele à frente dela quando foi lá buscar os bocados de vidro de cima de mesa.

D - Olha, pelo menos sorriu-me, já não é mau.
Eu - Pois, começo a achar que partiste o copo de propósito só para ela te sorrir.
D - Nada disso. E eu também fui simpático. Peguei nos cacos com a mão e meti-os na bandeja dela, para não se cortar.
Eu - Muito simbólico isso.
D - ...
Eu - "Entreguei-lhe os meus cacos de bandeja".
D - Vai-te foder, vai-te foder, vai-te foder, vai-te foder, vai-te foder, vai-te foder, vai-te foder, vai-te foder.
Eu - E ainda por cima "para ela não se cortar, se alguém se cortasse ia ser eu".
D - Não falo mais contigo.

3 comentários:

F. D. P. Carvalho disse...

ah! ah! ah! a vida é de facto uma tragédia.

Inês disse...

ai, essa dos cacos de bandeja está fabulosa.
(eu adoro o teu blogue, e visito-o regularmente; gosto imenso das tuas conversas e estou a coscuvilhá-las pela não-sei-quanta-vez. isto foi muito stalker?)

T disse...

Nope.

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