domingo, 25 de janeiro de 2009

Pensamentos Divergentes (nº16)

Recordo-me de um chão de madeira, morto sob a minha pele.
E recordo-me de uma janela escancarada, ejaculando o frio do Inverno.
Recordo-me também de uma Lua cheia no céu, brincando comigo um jogo triste, tal como dois amantes que já não se amam e mesmo assim se beijam e se tocam, numa pulsante solidão.
Tal como eu já o tinha feito. Tal como eu o voltaria a fazer com repugnância de mim mesmo ou de outro qualquer reflexo meu.

1 comentários:

Hugo de Oliveira disse...

Pronto... Lá irei pesquisar... Como me disseram aquilo com toda a frontalidade eu assumi como correcto. Mas vou fazer pesquisa pa comparar... Com sorte também afirmam que sofro das duas... x)

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